Review: Assassin’s Creed Chronicles: China

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GAMECOIN ASSASSINS CREED 2

Marcelo Iglesias

A série Assassin’s Creed é a “galinha dos ovos de ouro” da Ubisoft. A franquia da ordem dos assassinos chegou ao mercado há oito anos e se tornou a principal marca do publisher francês. Mas depois de diversos episódios cozinhando a mesma receita, o formato tradicional do título deu mostras de saturação. Para manter a franquia viva, a solução foi criar uma série paralela, que se mantém fiel no estilo do game, mas com uma jogabilidade mais dinâmica e simples. Assassin’s Creed Chronicles: China abre uma nova série que se inspira no passado.

A principal diferença do game em relação aos demais é sua jogabilidade. Trata-se de uma jogo em formato “side scroll”, em que se deve atravessar obstáculos e atacar seus inimigos de maneira silenciosa. Nos dois primeiros minutos de jogo é impossível não se lembrar do título de estreia de “Prince of Persia”, publicado para Apple II em 1989 pela Broderbund e que hoje pertence à Ubisoft. Isso porque o jogador encarna uma prisioneira que consegue se livrar dos grilhões e precisa se mandar de uma masmorra.

GAMECOIN ASSASSINS CREED

Trata-se de um jogo minimalista, com objetivos simples que dependem mais da capacidade do jogador vencer obstáculos que propriamente em elaborar estratégias de ataque como nos títulos da série original. Afinal, é um game 2D com rota pré-definida e que resgata o formato da maioria dos games para consoles caseiros e computadores nas décadas de 1980 e 1990.

Graficamente o game é bonitinho. Ele não tem o mesmo nível de realismo e detalhamento dos demais jogos da série. Mesmo assim é bem feito, e com texturas inspiradas em aquarelas chinesas. Apesar da simplicidade aparente de Assassin’s Creed Chronicles: China, trata-se de um game legal que bebe na fonte de produções recentes como os remakes de Flashback e Strider que se sofisticaram sem ferir suas essências.

GAMECOIN AC CHRONICLES CHINA 3

Um falha inexplicável em Chronicles: China é a ausência de versões para PlayStation 3 e Xbox 360. O game foi publicado apenas para PC, PS4 e Xbox One. Considerando seu tamanho, economia de efeitos visuais e um cenário sem nenhuma alteração de ângulo de câmera, fica claro que a Ubisoft preteriu os veteranos por uma questão de estratégia de mercado e não por limitações técnicas. Depois de China, virão os episódios, Rússia e Índia, que deverão manter o preço de R$ 29,90.

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