Review: Dark Souls II – Scholar of the First Sin

GAMECOI DARK SOULS 2

Redação Gamecoin

A Bandai Namco deu um tiro certeiro com as séries de RPG Demon’s Souls e Dark Souls. Gigantescos, com ótimos gráficos e um enredo de fantasia medieval atingiu em cheio os chamados hardcore gamers, que são aqueles jogadores que adoram títulos pesados e arrastados. Mas um dos grandes trunfos das franquias e principalmente Dark Souls II: Scholar of the First Sin (releitura do game 2014, que acresce seus conteúdos extras) é seu nível de dificuldade elevado, que foge ao atual conceito de games que fazem de tudo para afagar o ego do jogador.

Depois de um ano da publicação do título original, jogar a versão estendida nos faz lembrar de qual desafiador é o game. A começar que qualquer criatura é uma ameaça mortal, desde uma criatura de pequeno porte a um ser titânico. Se o jogador não for atento será morto por uma besta medíocre  Para quem não jogou a edição de 2014, “Dark Souls II”, o jogador assume o papel guerreiro amaldiçoado e preso no corpo de um morto-vivo.

O game segue o padrão dos RPGs atuais, como The Elders Scrolls: Skyrin, em que é preciso desenvolver as competências do personagem, assim com indumentárias e armamentos. Além de combates em que o sucesso depende do status físico do personagem, assim como suas habilidades de combate, o jogador também precisa ser atento à exploração dos cenários e decidir se vale a pena arriscar o pescoço pela curiosidade.

Um dos pontos positivos do game, para quem quer jogar no PC, é que ele roda em praticamente qualquer computador desde que seja equipado com Windows 7, uma placa de vídeo (que não precisa ser moderna) e pelo menos 4 GB de RAM. Claro que os vídeos rodam lentos e que os gráficos perdem qualidade, mas o game é capaz de ajustar automaticamente para a performance mais equilibrada. Disponível para PC, PS3, PS4, X360 e Xbox One.

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