Call of Duty 2017 será ambientado em guerras do século XX

Redação GameCoin – Depois de avançar tresloucadamente para o futuro a Actvision resolveu já era hora de dar um basta nos devaneios dos últimos episódios de Call of Duty. A razão é puramente financeira, afinal executivos da gigantes dos games reconhecem que o desempenho comercial de Infinite Warfare foi bem aquém do que era esperado. “Em 2017 voltaremos às nossas origens”, afirmou o executivo.

De acordo com o diretor financeiro da Activision, Thomas Tippl, uma parcela considerável dos consumidores manifestaram insatisfação com a temática futurista do game, o que acabou prejudicando as vendas. Além disso, Call of Duty: Infinite Warfare ainda foi duramente impactado pelo sucesso estrondoso de Battlefield 1, que explora a Primeira Guerra Mundial.

Call of Duty em Saigon?

A nova produção, que chega este ano está nas mãos da Sleedgehammer, que irá ambientar o jogo em uma das guerras que aconteceram no século XX. As principais apostas é que o jogo se passe na Guerra do Vietnã, que nunca foi tão explorado quanto a Segunda Guerra Mundial e os conflitos mais recentes no Oriente Médio. Uma das poucas produções que abordam o conflito no Sudeste Asiático são Battlefield Vietman (2004) e Battlefield Bad Company: Vietnam (2010). Uma das raras reproduções da guerra foi em Black Ops (2010), numa das fases do game.

Caso as apostas sejam confirmadas, uma dica começar a elaborar desde já uma playlist com bastante “The Doors”, “Creedence Clearwater Revival” e “Jimi Hendrix” para dar aquela ambientada no melhor estilo “Apocalypse Now”, “Platoon” e muitos outros longas que narram a grande borreira que o Tio Sam fez por lá!

Seja como for, já era hora da Actvision repensar sua franquia, que desde Modern Warfare 3 já demonstrava sinais de cansaço, tendo como ápice da decadência o fraquíssimo CoD: Ghosts.

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