Indie Games: baratos e liberdade total

GAMECOIN INDIE 2
Marcelo Iglesias (*)
Produzir um game não é uma tarefa simples, que exige apenas conhecimento em programação, design e ferramentas de criação. Para criar um jogo, é preciso desenvolver um gigantesco planejamento para analisar o mercado, público alvo, classificação etária, dentre outros quesitos que podem levar uma aparente boa ideia à falência de um estúdio. No entanto, entre as produtoras independentes, a meta não é ganhar dinheiro, mas visibilidade.
Sem o compromisso de monetizar suas produções, pequenos estúdios têm liberdade de produzir o que quiserem e da maneira que acharem melhor, dentro de um experimentalismo que pontua os chamados games Indies. O gênero conquistou a atenção de um público que busca alternativas que vão além das produções dos grandes selos da indústria de games. E o melhor: na maioria, não custam mais que R$ 30, já que a distribuição é digital, o que torna possível as publicações.
OlliOlli, games
Títulos como “Nidhogg”, que transporta o jogador para um duelo frenético entre dois espadachins num cenário no estilo Atari 2600, faturou dezenas de prêmios e virou febre nas redes de download. O segredo está na trilha sonora frenética, que somada aos fundos de telas surreais, que criam um ambiente totalmente inusitado.
Outro exemplo é “Olli Olli”, em que o objetivo e fazer manobras de skate em diversos cenários. Com gráficos inspirados em produções 16 bits, o game caiu nas graças do público por oferecer diversas possibilidades de manobras nos mais variados cenários.

Violento

GAMECOIN INDIE
Mas nada se compara ao sucesso de “Hotline Miami”, da Dennaton Games. Com visão 2D aérea, e gráficos que lembram games de Mega Drive, o game leva o jogador para dentro de uma quadrilha de criminosos que cometem os mais variados e violentos crimes nas ruas de Miami.
A jogabilidade é um de seus pontos fortes, pois além de exigir velocidade e precisão do jogador nos tiroteios, é necessário explorar os cenários urbanos, como bares, armazéns, guetos, estações de metrô e outros ambientes onde a bandidagem se encontra para acertar suas contas.
(*) Texto publicado na edição de 8 de fevereiro do jornal Hoje em Dia
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