God of War – Tudo o que já foi visto e dito há uma semana da estreia

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Marcelo “Jabulas” (@MarceloIRamos) | Redação GameCoin – Não há dúvidas de que God of War é um dos games mais aguardados do ano e que só rivaliza com Red Dead Redemption II. No entanto, o game da Rockstar é multiplataforma, enquanto a nova odisseia de Kratos é exclusiva para PS4. Hoje (12) começaram a pipocar as primeiras análises do game publicados pela imprensa especializada, blogueiros e youtubers. Claro que não fazemos parte deste celeto roll (ainda), mas nem por isso vamos deixar compartilhar o que já lemos e assistimos sobre o novo GoW. Mas continue comigo, não me abandone agora.




Notas de God of War

God of War tem sido avaliado positivamente por diversas publicações. No Metacritcs a nota do game pelos reviews dos críticos atingiu a marca de 94 pontos. Trata-se da maior pontuação para um game de PS4 este ano, superando Shadow of the Colossus, que anotou 91 pontos. O único game recente que obteve a mesma pontuação foi a edição para Xbox One de Celeste. No entanto, o RPG retrô teve apenas nove reviews incluídos no Metacritics, enquanto God of War já concentra 81 publicações.

Claro que notas de review nem sempre condizem com a verdade. Muita gente puxa aquela sardinha para valorizar o game, para manter uma boa relação com assessoria ou por questões comerciais. No entanto, não há como negar que God of War será um excelente game. Apesar de vivermos num universo game polarizado mais ferrenho que a Guerra Fria Reagan e Gorbachev, não é preciso ser partidário da Sony para reconhecer a envergadura da produção da Santa Monica Studio.

Afinal, trata-se de uma franquia que se iniciou no PS2 e ajudou a consolidar o gênero Hack & Slash moderno, em 3D. Apesar de não ser pioneiro, o mérito cabe a Devil May Cry, não há como negar que GoW foi a franquia que impulsionou o gênero e influenciou títulos como Castlevania: Lords of Shadow, Dante’s Inferno e muitos outros.

Enredo

Mas God of War precisava evoluir. Depois de seis episódios (contando os títulos para PSP e Ascencion) mantendo o mesmo formato e com a história focada na vingança cega de Kratos contra os deuses do Olimpo era necessário ir além, sair da zona de conforto.

O novo GoW levou o espartano para a região da Escandinávia. Lá Zeus não dá as ordens, mas há outros deuses e criaturas titânicas que imperam sobre os mortais. Kratos está velho, ainda forte, mas não com antes. Barbudo e melancólico, ele está mais preocupado em educar seu filho Atreus e prepará-lo para os perigos que irá enfrentar durante a vida.

Acontece que Kratos volta a ter problemas como as divindades. Desta vez as nórdicas e aí que a história tem início. Como ainda não jogamos o título, não dá para dizer ao certo qual foi a treta que o ex-Deus da Guerra arrumou por lá.

Gráficos

Pelo que foi mostrado em vídeo, a qualidade visual impressiona, mas não espanta. É possível enxergar a textura envelhecida na pele de Kratos, assim como demais texturas da indumentária. Os efeitos de luzes, sombras são impecáveis, tal como a movimentação dos personagens. São elementos esperados em um game desenvolvido para rodar com o suporte 4K do PS4 Pro.

Kratos

Sem as Lâminas do Caos do caos e itens mágicos do Olimpo, o velho guerreiro tem em suas mãos um machado mágico que funciona como um bumerangue, o que garante ao jogador comandos parecidos com os dos demais jogos, quanto as lâminas era presas aos pulsos por correntes. Ele também conta com um escudo redondo, que remonta aos seus dias de soldado de Esparta.

Atreus

Atreus foi uma das grandes supresas quando o primeiro trailer do jogo foi mostrado em 2016 na E3. O menino não foi colocado lá apenas para enfeitar. Toda a trama do game tem Atreus como fio condutor. Kratos foi um general intimidador, matador de deuses e criaturas gigantes, mas não é capaz de domar seu filho.

No entanto, o menino também tem sua função na jogabilidade, uma vez que ele atua como um comando secundário. O jogador segue comandando Kratos, mas consegue dar ordens de ataque ao garoto que utilizar seu arcos e flechas para tirar dano substancial dos oponentes. No entanto, é preciso fica atento à segurança do pequeno, que é um alvo fácil.

Jogabilidade

Entre as inovações da jogabilidade, Kratos consegue firmar mira num oponente e girar ao redor dele. O recurso facilita a movimentação para as investidas naquele inimigo em questão, mas o torna vulnerável aos demais. Atreus por sua vez contribui com suas flechas, que podem até mesmo eliminar um inimigo sem o auxílio do pai. Acontece é que o recurso é escasso. Quando as flechas acabam é preciso esperar que o menino se reequipe novamente.

O game deixa de ser apenas um jogo de porrada frenética e agrega elementos de evolução do personagem como nos Action RPG’s. Kratos pode otimizar sua indumentária. Afinal, ele deixou de ser aquele soldado com benefícios celestiais, que conseguia enfrentar todo e todos com uma tanga. Assim, o game oferece novos desafios o obrigações ao jogador, que precisa ser mais cauteloso e não apenas rápido nos comandos do Dualshock 4.

Conclusão precipitada

Assim, o que se pode dizer é que a Santa Monica aprimorou sua grande franquia, mas não a ponto de se rebelar com o público. A inclusão de Atreus e a nova ambientação prometem fazer bem a God of War. No dia 20 saberemos se tudo o que foi dito aqui procede, ou foi apenas um grande emaranhado de besteiras!

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